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Pedro Garcia de Moura

Pensamentos sobre o que faz a gente ser quem é, e o que a gente faz com isso. Arte, cultura, criatividade, inteligência artificial e as conexões inesperadas entre tudo isso.



“Janones Guevara” ou: o Brasil é a maior potência digital humana do mundo
O Orkut já era parte da nossa realidade no Brasil quando fui morar em Londres em 2004. Alguns anos depois começou por lá a febre do Facebook e eu com aquela sensação de déjà-vu, que normalmente vem no outro sentido. O que acontece nos países ricos, algum tempo depois acaba sendo adotado por aqui, seja na moda, no entretenimento ou nos costumes. Depois foi o #MeuPrimeiroAssédio, que em 2015 antecipou em dois anos a repercussão mundial do #MeToo. Pegue qualquer rede social, e o
pepegarcia
26 de out.2 min de leitura


Inteligência Artificial faz arte?
Estava prestes a escrever um post sobre IA, Arte e preconceito, quando fui surpreendido por um tweet do Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana: Nesta era da inteligência artificial, torna-se urgente distinguir a arte humana daquilo que as máquinas produzem. Existe uma diferença ontológica, ainda antes de uma diferença estética, entre a arte e o que uma máquina pode gerar por meio de cálculos estatísticos baseados em milhões de imagens criadas por outros. Os algor
pepegarcia
6 de out.8 min de leitura


O viés da dor na Inteligência Artificial
Conversando com Lígia (minha namorada que é atriz, escritora e mãe de duas adolescentes) sobre o desabrochar do amor na adolescência e da loteria que é ser ou não correspondido, me lembrei de um poema que minha avó Elba costumava recitar para minha irmã Marta em suas peripécias amorosas da juventude: “Amar e ser amado, que ventura! Não amar, sendo amado, é um triste horrôr: Mas na vida ha uma noite mais escura, É amar alguem que não nos tenha amôr!" “Num Leque", Gonçalves Cre
pepegarcia
23 de set.3 min de leitura
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